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Utilizar persistence.xml ou hibernate.cfg.xml

Quando se fala em persistencia de dados em Java logo se pensa em Hibernate como uma das principais implementações. Este artigo pretende levantar as principais diferenças na utilização do formato puro do JPA, com seu persitence.xml e EntityManagerFactory e a implementação Hibernate com as alternativas hibernate.cfg.xml e o HibernateSessionFactory.

The chosen transaction strategy requires access to the JTA TransactionManager

Ambiente: Sistema Operacional: Windows 2008 / Windows 7 / Ubuntu Tecnologia: Hibernate Cenário: Não é possível implantar projeto com JPA Erro: The chosen transaction strategy requires access to the JTA TransactionManager Solução: Substituir o tipo de transação de JTA por RESOURCE_LOCAL: Exemplo <persistence-unit name=”PU” transaction-type=”JTA”> troque para: <persistence-unit name=”PU” transaction-type=”RESOURCE_LOCAL”>

org.hibernate.HibernateException: cannot simultaneously fetch multiple bags

Erro encontrado ao mapear as classes modelo com o banco de dados utilizando Hibernate. Com mapeamento utilizado, o Hibernate não conseguia popular toda a árvore de objetos ao mesmo tempo e lançou essa exceção.

org.hibernate.MappingException: No Dialect mapping for JDBC type: 2002

Erro encontrado quando executado sintaxe SQL cujo retorno seria um vetor, o Hibernate não conseguiu interpretar e lançou o erro.

Comparação de desempenho entre Hibernate e TopLink para persistência baseada em JPA com MySQL

Hibernate x Toplink

A Persistência, em Java, é uma abstração do nível mais alto acima do JDBC. A camada responsável por esta atividade mapeia objetos para o banco de dados, mesmo os relacionais, de modo que os eles possam ser consultados, carregados, atualizados ou removidos sem a necessidade de qualquer sintaxe SQL nativa do SGBD utilizado. Anterior a versão EJB3.0 a persistência era parte exclusivamente da plataforma EJB, porém as versões mais recentes já trazem a JPA (Java Persistence API) disponível em uma API própria.